Marco Volo, faz qualquer um passar raiva

Marco Volo, faz qualquer um passar raiva

Nem uma boa família é sinônimo de um bom filho, ou de uma pessoa confiável, as vezes as pessoas trilham por caminhos diferentes de seus antepassados, e nem mesmo um bom nome é capaz de abrir-lhe as portas, com Marco Volo não é diferente.

Como a história de Tithian foi curtinha, deixei um bônus aqui colocando a história de Marco Volo.

Este campeão no deck só faz o adversário passar raiva, não que ele roube uma carta para usá-ala contra você ou algo parecido, mas em todo turno ele tira uma carta de alguém e manda pro descarte. Não é um dos campeões mais requisitados, mas com uma boa estratégia ele pode vir a ser útil. Como surgiu essa figura pitoresca?? bem isso vamos ver na sequência.

Marco Volo é Marcus Wands

Marco Volo é Marcus Wands

Marco Volo na verdade é Marcus, um bem nascido filho da casa nobre dos Wands, uma família respeitável de Águas Profundas. Marcus rebelou-se contra as suas responsabilidades de família e adotou a vida de ladino, a contra gosto de seu avô, Maskar.

Marcus gosta de pensar que é um belo e audaz fora da lei, amado pelas damas, mas um fugitivo constante. Infelizmente, Marcus não prova ser um ladrão muito eficaz. Depois de alguns fracassos, ele ficou visado pela guarda de Águas Profundas e por muitas ex-namoradas furiosas. Recentemente, entretanto, a sorte de Marcus parece ter dado uma virada para melhor, começando quando ele tropeçou na residência oculta do mago Sabbas. Se perder a oportunidade e vendo ai uma chance de ganhar uma dinheiro extra e fácil, ele roubou um itêm interessante do estúdio de Sabbas e escapou.

Pouco tempo depois ele mandou uma carta anônima ao mago dizendo que o verdadeiro ladrao era o infame VoloThamp Geddarm.

E como em toda boa história, seguindo a lei de Murphy, nada está tão ruim que não possa piorar ainda mais. sem que Marcus se desse conta, muitas “águas passaram por baixo desta ponte” muitos desdobramentos foram acontecendo em torno desse roubo, e nenhum deles era favorável ao ladino.

Águas Profundas

Águas Profundas

Primeiro os lorde de Águas Profundas cansaram da excentricidade dele e querem agora questioná-lo sobre as suspeitas de crimes. A influência de seu avô não pode mais protegê-lo. Segundo, o item roubado é o Olho do Dragão Rei, um poderoso artefato extraplanar, e Sabbas está determinado a recuperá-lo, e isso irá criar consequências.

Atualmente, Marcus está na berlinda, vivendo em Águas Profundas e completamente ignorante da tempestade que se aproxima. Ele gasta a maior parte de seu tempo na Esquina do Marinheiro, uma espelunca empoeirada no bairro portuário.

Por trás de sua conversa destemida e suas afetações, Marcus é um tímido e inseguro jovem que busca outros como ele. Seu método inicial para conseguir a aceitação em um grupo é contar histórias e exagerar em suas aventuras.

Marcus é um bardo tarimbado e de muitas habilidades. Entretanto ele se sente inseguro, e suspeita que qualquer reconhecimento que recebe se deve ao status de sua família.

Sabbas é um mal afamado viajante dos planos , que desapareceu há alguns anos atrás. Quando pensavam que estava morto, retornou para Faêrun depois de suas extensas viagens para dimensões alternativas, que o tornaram caótico e mau, e o levaram a completa loucura. Em suas viagens, entretanto, ele conseguiu obter um importante artefato conhecido como o “Olho do Dragão Rei”. Estabelecido na Sembia, ele preparava-se para usar o Olho, quando foi roubado por um ladrão sortudo. Sabbas está convencido que VOLOTHAMP GEDDARM é o culpado, pois o mesmo também é muito popular entre os magos de Faêrun, por revelar os seus segredos. O ladrão na realidade é Marcus Wands e Sabbas deduziu que Marco Volo é o mesmo Volothamp.

Sabbas ofereceu uma recopensa geral de 10.000 peças de ouro para a captura de Volo. Vivo ou morto, afinal é indiferente uma vez que Sabbas domina a magia de “falar com mortos” e descobrir onde está o Olho.

Então está ai a explicação para o poder da carta.. o cara é um ladrãozinho de araque que só quer pegar sua primeira carta, e quem sabe jogar fora… é um patife! hehehe

Grande Abraço