Diana

Diana - Acrobata

Bom, chegamos ao fim da série sobre a Caverna dos Dragões, como meu intuito sempre foi dar enfoque ao personagens para ser possível uma adaptação para o RPG de mesa, não vou tratar aqui demais personagens, como O Vingador ou O Mestre dos Magos, vou parar com a Diana. Estava coletando material para escrever este post, mas encontrei um site com um conteúdo tão bem escrito que era impossível eu resumi-lo ou mesclá-lo com outro material ou simplesmente reescrevê-lo, por isso apenas transcrevo o trecho agora e no final sim, continuo com outros detalhes.

Hollywood tem estado muito longe de dar boas vindas às pessoas negras. O bom número de grandes atores negros atualmente (de Whoopi a Wesley, Oprah a Denzel, Eddie Murphy a Angela Basset) poderia nos fazer esquecer o início dos anos sessenta, quando os grandes atores negros podiam ser contados em uma mão (Sidney Poitier, Brock Peters, Ossie Davis, Ruby Dee, Harry Belafonte). Antes disso, esqueça, você vai encontrar Dooley Wilson ou Butterfly McQueen ou Hattie McDaniel ou Mantan Moreland como empregados ou coadjuvantes, mas nunca contando sua própria história com todo seu direito.
As coisas não eram melhores para os negros na Desenholândia (Toontown), na verdade, eram piores. Nos anos sessenta, a melhor das séries animadas (o “Johnny Quest” original) poderia ter nos proporcionado um grande personagem de cor (Hadji) mas também manteve viva uma horda de vilões estereotipados e racistas (só os filmes de James Bond se demorariam mais ainda nessa sujeira). Depois de Hadji, contudo, quando foi que alguém viu um personagem de desenho animado negro importante? Uma das “Josie e as Gatinhas” era negra, mas ela parecia intercambiável com as outras. Houve um ou dois super-heróis de cor, mas eles basicamente seguiam o modelo do Super-Homem em ter super-poderes, mas não uma vida. A maioria dos negros em animação era dirigidos a guetos em todos os contextos (os Harlem Globetrotter, os Jackson five e–o pior de todos–Fat Albert and the Cosby Kids)
Houve dois golpes de ar fresco neste contexto da televisão. ABC colocou no ar “Kid Power”, uma curta série baseada na tirinha de Mornie Turner “Wee Pals”. Como a tirinha, a série não era um caso de sinal de integração, mas um exemplo de diversidade e inclusão muito antes de qualquer um começar a falar sobre politicamente correto.
Diana

Diana

E então houve Diana. Uma rara combinação de beleza, talento e atitude, ele era um dos principais membros do grupo de Caverna do Dragão através dos 3 anos da série.
Provavelmente sabemos mais sobre ela, diretamente ou por dedução, do que sobre os outros. (Nisto, apesar dos escritores decidirem o que Diana falaria ou faria, eu tenho que dar muito crédito a Tonia Gayle Smith, que dava voz à Diana; aparentemente, ela nunca atuou antes ou depois (que eu saiba, de qualquer forma) mas que fez bonito entre os profissionais do elenco). Ela conta a Kosar em “Filho do astrólogo” que seu pai é um astrônomo. Ela menciona a Josef Mueller em “Apagando-se o tempo” que ela tem um irmão. Hank conta a Kosar que Diana foi campeã juvenil dois anos seguidos em ginástica no seu estado.
Isso certamente conta para a escolha de sua arma: uma vara que diminui para quase nada, ou aumenta até se tornar um dardo, um cajado ou uma vara de saltar. É geralmente referido como um dardo, apesar de Diana só ter usado desta forma uma vez: em “O Traidor”, Hank manda que ela o use para fechar um buraco no chapéu-balão. Ocasionalmente usado como um tacape, é mais usado para levar Diana através de distâncias, ou para mandar os inimigos para longe. Esta arma é uma extensão da vida normal de Diana como atleta.
É possível deduzir também que ela possui experiência eqüestre. Durante “O Jardim de Zinn”. Quando os outros estão apavorados com uma minhoca gigante, Diana imagina em voz alta se uma minhoca pode ser montada. Ela salta para suas costas, usando sua vara para conseguir a atenção da minhoca e dirigí-la à superfície. Da mesma maneira, em “A Caverna das Fadas Dragão”, o primeiro instinto dela, quando confrontada com formigas gigantes é tentar montar em uma. O mesmo em “O Filho do Astrólogo”, quando ela tenta (sem sucesso) montar em um dos morcegos gigantes dos homens da Rainha Siris.
Sabemos também que ela tem a coragem de um guerreiro tanto quanto o corpo de uma atleta. Privada de sua vara em “O Portal do Amanhecer”, ela lutou com salamandras gigantes apenas com um galho de árvores. Da mesma forma, em “O Traidor”, quando Eric está se lamentando a respeito de ser atacado por vinte Orcs, a resposta dela é “Certo, você fica com dois, eu fico com dezoito”. E, mesmo assim, ela não é obstinadamente valente como Bobby, que várias vezes se mete nas brigas contra todos os conselhos ou bom senso. Ela sabem quando correr–normalmente, quando os outros correm.
Sua disposição em tomar o lugar de Kosar no Templo da Luz deve contar como uma grande bravura. Ela não planejou fazer isso até Kosar ser ferido pela rainha demônio, mas não hesitou quando o momento chegou.
Nós sabemos que ela tem um grande senso de justiça:
em “O Traidor”, ela fica do lado de Hank o máximo possível enquanto os outros suspeitam que ele esteja de conluio com o Vingador; ela também não sabe como o Terceiro Reich se sentia a respeito de negros, ou sabia mas mesmo assim queria ser educada com Josef Mueller em “Apagando-se o Tempo”; ela defende Sheila quando Eric começa a implicar com ela por sua suposta incompetência em “A Cidadela da Sombra”.
Sabemos de “A Procura do Esqueleto Guerreiro” que o maior medo de Diana é–não ficar velha, mas ficar MUITO velha. Para uma atleta, o corpo traindo o espírito, deve ser um golpe muito rude. Para uma garota de ação como Diana, ficar tão fraca a ponto de não poder empunhar sua vara foi, certamente, um pesadelo.
Acima de tudo, ela é, normalmente, aquela que tem as réplicas impertinentes às reclamações e comentários de Eric sobre o que ele não gosta. Mesmo assim, ela é capaz de vir em defesa de Eric quando ele merece. Quando “A Odisséia do 12º Talismã” começa, ela é vista atraindo um bando de camelos-dragão para dentro de uma armadilha no rio concebida por Eric. Quando os outros mostram espanto porque a armadilha funcionou, ela simplesmente abraça Eric e diz: “Viram?”. A única maneira dessa frase fazer sendido é se ela foi a única que pensou que o plano de Eric pudesse dar certo.
Isso tudo faz ela parecer boa demais para ser de verdade? De certo modo, todos os garotos são, o que não nos impede de continuar tratando com eles.

Texto retirado do site: http://caverna.mushi-san.com/index.php?title=As_muitas_faces_de_Diana

Dunageons and Dragons

Cajado Mágico

Embora pareça um bastão de madeira comum, este cajado é uma arma mágica +10, com bônus de +10 para atacar e dano de 1d6+10 . O cajado pode, ainda, a um comando de seu usuário, se esticar até um comprimento máximo de 15 metros (mas não pode ser usado para atacar deste jeito).

Quando o bastão se estica o usuário pode tentar um teste de destreza para escalar ou saltar altos muros. O cajado pode ser usado para derrubar árvores, forçar portas, etc. Em qualquer teste de força feito com a ajuda do cajado, considera-se que o personagem tenha a força 18.

Espero que tenham gostado desta série, e quando forem jogar uma campanha de Caverna dos Dragões lembrem-se deste que vos fala para ser um dos jogadores 😉

abraços