Dragão

Dragão

“O dragão ergueu-se urrando, arranhando o ar e cuspindo fogo, e começou a descer num salto sobre Dydd, mas a druida golpeou e o coração de Ashardalon, sua cimitarra cortou.  O sangue começou a jorrar. Então Dydd foi morta, seu coração arrancado do peito pelas mandíbulas ofegantes do dragão, engolido, consumido para sustentar a vida de Ashardalon que se esgotava[…]”
-A Balada de Dydd

Mais do que qualquer outra criatura, os dragões são um símbolo de tudo que constitui o RPG. Os dragões são criaturas do mito, muitas vezes descritas como a primeira raça senciente que aparece num mundo, com vidas que duram centenas de anos.

Desintegrar?

Desintegrar?

No jogo de D&D, o termo “dragão” compreende diversas criaturas diferentes, algumas das quais pouca semelhança têm com as grandes criaturas voadoras com armas de sopro que conhemos.

Os dragões se mantêm solitários, rompendo essa solidão apenas para acasalar, criar os filhotes ou obter ajuda para enfrentar alguma ameaça, sua linguagem é uma das mais antigas formas de comunicação. De acordo com os próprios dragões, só perde em longevidade para as linguas dos extra-planares, e todos os idiomas mortais descendem dela.

Sua espécie recai em duas únicas categorias, os cromáticos e os metálicos.
Os cromáticos são negros, azuis, verdes, vermelhos e brancos, todos maus e extremamente ferozes. Quando lida com um dragão cromático é preciso sempre estar preparado para o pior.
Os dragões metálicos são de latão, bronze, cobre, ouro e prata. São bons, normalmente nobres e altamente respeitados pelos sábios. Um dragãometálico pode parecer perigoso, mas normalmente comporta-se de modo virtuoso se tiver a chance. Uma luta com um dragão metálico é uma luta que poderia ter sido evitada.

Nos posts seguintes eu trago um resumão de cada tipo de dragão…

Retirado do Draconomicon o livro dos dragões